Universal Robots mostra eficácia dos seus robôs colaborativos na “360 Tech Industry”

A Universal Robots, empresa especializada em robótica colaborativa, vai estar presente na primeira edição da 360 Tech Industry – Feira Internacional da Indústria 4.0, Robótica, Automação e Compósitos, que decorre de 16 a 18 a maio, na Exponor, em Matosinhos, para apresentar os seus robôs colaborativos de última geração, capazes de trabalhar ao lado dos humanos e que contam com aplicações que abrangem toda a cadeia de produção e atendem às necessidades de qualquer indústria.

“Fáceis de usar, versáteis e económicos, os cobots da Universal Robots não só abrem caminho para a produção semiautomática em grupos industriais, mas também em pequenas e médias empresas. Através das demonstrações ao vivo, os visitantes vão descobrir de que forma os robôs colaborativos podem contribuir para os processos de produção industrial e adaptar-se individualmente às necessidades dos clientes e dos trabalhadores”, explica a empresa em comunicado.

“A 360 Tech Industry é uma excelente montra para a robótica colaborativa e um evento incontornável, ao qual temos o prazer de nos associar, para apresentar soluções de cobots que permitem ir mais além e revalorizar o capital humano das empresas, pondo o trabalhador no centro do processo produtivo e a trabalhar lado a lado com os robôs”, afirma Jordi Pelegrí, country manager da Universal Robots para Portugal e Espanha.

Cobots e humanos, uma relação com futuro

De acordo com um estudo do MIT, a colaboração entre os robôs e as pessoas aumenta a produtividade nos processos de produção em 85% em comparação com o trabalho em separado.

As vantagens que os cobots estão a introduzir nas linhas de produção reabriram o debate sobre a relação entre homem e máquina nos ambientes de trabalho. De facto, 45% do tempo dos trabalhadores poderia ser automatizado através da adaptação da tecnologia atual, de acordo com um estudo do McKinsey Global Institute.

Nessa mesma linha, segundo as previsões do Fórum Mundial Económico, dentro de cinco anos já haverá mais tarefas executadas por máquinas do que por seres humanos, o que significará uma reestruturação do mercado de trabalho que resultará na geração de 58 milhões de novos empregos.

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