Revista Líder N.º 3 – julho/2018


Duas grandes temáticas ditam a matriz editorial da mais recente edição da revista Líder: “Are we taking the fiction out of science?” e “Paradoxos & Pluralidade”.

O primeiro tópico é um dos temas que vai ser desenvolvido na próxima cimeira de liderança, Leadership Summit Portugal, já no dia 25 de setembro, no Casino Estoril.

No cinema, na televisão, nos livros, na Internet, temos posto à prova as nossas capacidades criativas. Imaginamos o futuro e representamo-lo com imagens, sons e movimentos que nos deixam fascinados, entusiasmados, assustados e, muitas vezes, incrédulos. Será afinal assim o nosso futuro? Transformar-se-á a ficção em realidade? Conseguimos viver no plano real o que em tempos apenas imaginámos e vimos no cinema? Este é um dos grandes desafios das lideranças, verem a ficção transformar-se em realidade e, perante isso, tomarem decisões reais, rápidas, eficazes, criativas, mas, acima de tudo, humanas. Ou será que em Marte, ou noutro qualquer planeta para onde o futuro nos leve, liderar será apenas ajudar a sobreviver? Será que além de homo sapiens teremos máquinas sapiens com quem temos de interagir? Será o nosso chefe uma máquina sapiens? Nesta edição da Líder, ficam alguns exemplos que obrigam a refletir sobre o sentido de tudo isto, as implicações éticas e morais de tais transformações, e os desafios que as lideranças têm de enfrentar: Blade Runner, um filme tornado realidade? E a nova aplicação SKORR, será que nos remete para a série da Netflix, Black Mirror? E o sistema social de créditos implementado pelo Governo chinês não será uma invenção tremendamente desumana? Onde se inspirou o Governo chinês? Já agora, podemos aprender algumas lições sobre liderança com a série La Casa de Papel?

Por sua vez, no dossier especial dedicado ao tema dos “Paradoxos & Pluralidade”, são apresentadas as principais conclusões do evento Paradox & Plurality – Leadership and Society Forum, organizado pela Nova School of Business & Economics e pela Fundação Amélia de Mello, no passado mês de maio, em Cascais, cujos grandes objetivos passaram por explorar o poder do pensamento paradoxal, da pluralidade de abordagens, dos equilíbrios dinâmicos, das consistências e inconsistências, com vista a uma transformação dos negócios e da própria sociedade. Destaque também para as conversas que tivemos com três dos especialistas presentes, Charles Hampden-Turner, Linda Putnam e Wendy K. Smith. Apresentamos, ainda, um resumo das sessões paralelas de debate e análise do tema, terminando com dois artigos de opinião.

Extremamente atual e pertinente está também a entrevista de abertura desta edição com o CEO do Ferrari World, um parque temático em Abu Dhabi que aposta em experiências de entretenimento ligadas ao mundo automóvel e à marca Ferrari, em particular. Jesse Vargas podia ter trabalhado em Wall Street, mas foi com o seu primeiro trabalho de verão, num parque temático, que se apercebeu do potencial deste negócio.

Finalmente, na secção “Leading Opinion”, destaque para a entrevista com Miguel Pinto, diretor-geral da Kathrein Automotive Portugal, uma das principais empresas especialistas internacionais em tecnologias fiáveis e de alta qualidade de comunicação e transmissão de dados no setor automóvel, o que a torna num dos líderes de inovação e tecnologia no mundo interligado de hoje.

Razões de sobra para não querer perder a terceira edição da revista que trata os temas da liderança mais pertinentes da atualidade!

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