(Re)leia os dossiers “Leading People” e “Leading Brands”

Na edição de abril deste ano da revista Líder foi publicado o primeiro dossier especial “Leading People”, onde foram apresentados vários contributos sobre o tema da diversidade, pela perspetiva da gestão de pessoas, com os presidentes das duas associações portuguesas de referência na área, Mário Ceitil e Manuel Sousa Antunes, a tomarem posição e, também, com a opinião de Rita Campos e Cunha, professora da Nova SBE, e de Pedro Ramos, diretor de recursos humanos do Grupo TAP.
Ainda nessa edição da Líder e no mesmo dossier, foram abordadas as tendências e alguns casos de sucesso no que diz respeito ao recrutamento e seleção das lideranças nas empresas e organizações. Dos especialistas no setor, procurou-se saber o que realmente importa quando recrutamos um líder: Como descobrir o líder certo para aquela equipa? Será o salário um problema? Que competências de liderança faltam no mercado, atualmente? Homens ou mulheres, quem ganha a corrida ao top management? O que pode correr mal num processo de recrutamento de um líder? Onde e como se encontram os melhores candidatos?
Leia AQUI o dossier na íntegra.

Por sua vez, na edição de junho da Líder, o dossier “Leading People” debruçou-se sobre a questão “Poderá a inteligência artificial compreender a espiritualidade humana?”, mas novamente com o foco na gestão de pessoas.
Destaque também para o coaching, mentoring e treino de alto desempenho, pela perspetiva do “líder coach”. Entre os principais desafios que as organizações enfrentam, ao mudar de um ambiente tradicional para um ambiente de alta performance, está o desenvolvimento das suas equipas. Face a esta nova realidade, os líderes das organizações não podem continuar a ser autocráticos, nem a utilizar o poder hierárquico para atingir os seus objetivos. Bem pelo contrário, os líderes que se querem hoje são aqueles que mobilizam as equipas através da sua capacidade de influência, e isso exige que estes atuem como facilitadores e apoiadores nas organizações, ou seja, que sejam líderes coaches.
Leia AQUI o dossier na íntegra.

Finalmente, no dossier “Leading Brands” foram apresentados os elementos do conselho estratégico deste novo grupo de trabalho, que desafiámos a refletirem sobre a humanização das marcas na era digital. As pessoas têm a tendência de ver as marcas como algo distante, inalcançável, e isto ainda acontece porque a maior parte das empresas não tem a preocupação de transmitir aquilo que acontece “dentro de portas”. A verdade é que as pessoas gostam de sentir confiança e de se identificar com as marcas que consomem, e nada melhor do que a proximidade para criar esses laços de confiança e fidelidade. Se uma empresa quer que a sua marca se destaque ao ponto de merecer a confiança das pessoas, terá de a tornar mais humana. Mas será que, num mundo cada vez mais digital e robotizado, as marcas estão mais mecanizadas e afastadas ou mais emotivas e próximas dos consumidores?
Leia AQUI o dossier na íntegra.

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