O que querem os jovens talentos de Davos?

Liderar a UNICEF, ser Secretária-Geral da ONU, poder criminalizar a intolerância, combater a corrupção, tornar as instituições governamentais mais transparentes e investir tudo na educação, são as ambições e prioridades de quem quer um Futuro melhor.

 

Diogo Alves – Se pudesse liderar uma organização, escolheria a UNICEF porque acredito verdadeiramente que as crianças são o nosso futuro. Se fosse o seu Diretor Executivo, definiria um conjunto de objetivos comuns que pudessem enfocar na garantia de paz e segurança para as crianças que vivem em zonas de guerra, e lutaria pela aplicação de medidas concretas na redução da pobreza, melhoria de cuidados de saúde e acesso à educação das crianças.

 

 

 

 

Inês Relvas – Se tivesse a oportunidade de assumir um cargo como Secretária-Geral da ONU, iria focar o meu esforço na igualdade, com enfoque nas mulheres, na atual crise de refugiados e na preparação para a automatização de muitas funções profissionais.

 

 

 

 

 

Francisco Goiana da Silva–  A minha resposta a esta questão é, inevitavelmente, influenciada pela realidade política que vivemos atualmente a nível internacional. Nesse sentido, talvez uma das minhas prioridades fosse colocar em prática medidas que cimentassem a visão do Filósofo Karl R. Popper. Popper defende que uma sociedade tolerante não pode tolerar a intolerância. Pois, a História ensina-nos que sempre que estendemos a tolerância àqueles que são assumidamente e abertamente intolerantes, são os tolerantes que acabam por ser destruídos (e com eles os seus valores de tolerância). Não foi este fenómeno que permitiu a ascensão do Nazismo ao poder? Portanto, qualquer movimento que incentive e defenda a intolerância e a perseguição tem de ser considerado ilegal. No meu mundo ideal, a intolerância será ilegal.

 

Julia Pardo –  Acabar com a corrupção, tanto quanto possível, e estabelecer uma maior transparência nas instituições governamentais que eu representasse.

 

 

 

 

 

 

Enrica Sighinolfi – Educação, educação, educação. Se retirarmos as pessoas da pobreza ou se lhes permitirmos terem uma evolução social elas serão capazes de cuidar melhor de si próprias e das gerações futuras, vão criar valor para a sociedade. Só a educação pode fazer isto acontecer.

 

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