No passado e no futuro estamos todos mortos


É em homenagem contínua ao presente, à vida, que “não é a melhor coisa que temos: é a única”, que este livro corre. Ao longo de mais de 200 crónicas, divididas por 11 capítulos, Miguel Esteves Cardoso escreve sobre os tempos, os amores, as irritações e os prazeres. Tudo o que faz parte da vida.

“Nem sequer temos de escolher. Podemos viver sem querer saber. A vida não se pode desperdiçar: é sempre uma fortuna temporária, uma miséria irrepetível, o único momento da eternidade que é nosso”, escreve o autor no prefácio do livro.

“Como é que a vida não é um milagre? Toda a vida de todos os seres vivos, sejam leveduras, papoilas, borboletas, leopardos, pessoas ou andorinhas. Sabemos como nascemos. Sabemos como morremos. Só nos resta viver”, explica MEC em No passado e no futuro estamos todos mortos.

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