How fast can we go? NOT FAST ENOUGH!

Neste admirável mundo novo, a liderança assume o papel fundamental na gestão da incerteza e na criação das condições para o desenvolvimento das competências que serão necessárias para lidar com o que nos espera. Teremos a oportunidade inestimável de construir um mundo laboral melhor se conseguirmos compreender que o paradigma da liderança não mudou. Complexificou-se.

Quebrar dogmas e ortodoxias 
Não se é líder quando e porque o cargo o diz, mas sim quando as pessoas nos reconhecem essa competência; a liderança não é um pelouro de anos vividos, mas sim da experiência, do “acrescentar valor”, dos ensinamentos aprendidos e da paciência para os transmitir; afinal, a liderança não tem que ver com o líder, tem tudo que ver com a equipa liderada.

Humanizar o processo 
Queremos líderes mais completos, mais focados e mais maleáveis ao contexto. Queremos visionários que saibam fazer. Queremos gestores que inspirem. Queremos líderes curiosos, apaixonados, capazes de trabalhar lado a lado no open space com a sua equipa. Queremos líderes que valorizem as suas pessoas e as integrem na construção dos projetos que lideram.

Dar o exemplo 
Cada vez mais, a liderança implica um conjunto de comportamentos observáveis coerentes com aquilo que é a missão do líder: construir e perpetuar a estratégia da empresa, a sua cultura e os valores que a sustentam. As pessoas olham para o líder não só como fonte de inspiração, mas também em busca da orientação sobre o caminho a seguir, da bússola que indica o que é suposto, o que é valorizado e o que não é permitido.

Ser motor da mudança (quando precisa) 
Saber o que mudar, quando mudar e principalmente como o fazer é a diferença entre uma mudança sustentável e com impactos positivos no negócio e nas pessoas ou uma mudança implementada porque… é trend.

Por: Rita Duarte, responsável pelo Departamento de Inovação & Desenvolvimento da Talenter

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