El Corte Inglés tem nova presidente


O conselho de administração do El Corte Inglés decidiu hoje em Madrid, por unanimidade, nomear Marta Álvarez Guil como presidente do Grupo. Os cargos de conselheiros delegados da empresa continuam a ser ocupados por Jesús Nuño de la Rosa e Víctor del Pozo.

O El Corte Inglés reforça, desta forma, o seu compromisso com as melhores práticas de gestão corporativa, tendo iniciado a sua restruturação há um ano e concluído, hoje, o plano, com a adoção de uma nova estrutura que garante a estabilidade do Grupo a longo prazo.

Marta Álvarez, em conjunto com a sua irmã Cristina Álvarez, através da Carteira IASA, é a maior acionista individual do El Corte Inglés e supervisionará as funções dos dois CEO do Grupo, Jesús Nuño de la Rosa e Víctor del Pozo.

A presidente do El Corte Inglés, licenciada em Direito e vinculada ao Grupo há mais de 20 anos, assegurará o bom funcionamento do conselho de administração e dos seus três comités (auditoria e controlo, nomeações e retribuições e responsabilidade social corporativa) e assumirá, entre outras funções, a direção do conselho administrativo e a respetiva representação institucional do Grupo.

“O conselho de administração deu-me hoje a confiança necessária para liderar uma equipa profissional que admiro, respeito e conheço muito bem, porque tenho estado ligada à empresa toda a minha vida”, disse Marta Álvarez. A presidente destaca também que “os dois pilares fundamentais para ter sucesso no comércio são os produtos e as pessoas. É por isso que oferecemos aos nossos clientes uma excelente experiência de compra, os melhores produtos, as melhores marcas e um serviço profissional e personalizado”. E acrescenta: “Não tenho dúvidas de que no El Corte Inglés temos a melhor, a mais competente e a mais comprometida equipa de profissionais”.

Em relação ao futuro, Marta Álvarez comenta que “assumimos um firme compromisso com a inovação e a tecnologia, para que o cliente possa aceder às últimas tendências do mercado, por meio do canal que, em cada momento, lhe seja mais conveniente. E no futuro devemos continuar a ser capazes de inovar, de forma a antecipar as necessidades do consumidor”, concluiu.

Artigos Relacionados: