Are we taking the fiction out of science?

Sempre fui um apaixonado pela ficção científica. Era dos que acabava os trabalhos de casa mais rápido para poder ver a série Espaço 1999, ou a Gente do Amanhã, tenho quase todos os filmes Star Wars, vi várias vezes o Dune e o 2001 – Uma odisseia no espaço, e no 12.º ano decidi esquecer a possibilidade de ser médico e fui para o curso de Matemáticas Aplicadas – Informática.

Desde 1981, quando comprei o livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, e comecei o meu percurso de aprender como as pessoas funcionam e podem melhorar, percebi que a tecnologia e as pessoas estarão sempre ligadas, mas não como as pessoas imaginam – acredito que a tecnologia fará o homem se tornar verdadeiramente HOMEM, pois com a tecnologia perceberá o quanto precisa do outro.

Um dia, um orador americano disse “Dios no hace bazura”, ou seja, “Deus não faz lixo”, e acredito que o Homem é muito mais do que se imagina e com o passar do tempo irá mostrar muito do que hoje não se vê, apenas porque não é preciso, ainda.

Hoje ajudo a “programar” mentes para o êxito e para a felicidade através da PNL (Programação Neurolinguística) e de outras ferramentas, e percebe-se claramente que a mente humana é muito mais do que a visão redutora de ser apenas um computador. A ser isso, apenas seria o maior supercomputador e com sistemas ultra-avançados de comunicação.

Quanto melhor tratarmos as pessoas melhores serão os resultados, com ou sem robôs, máquinas, computadores, pois não há melhor forma de recrutar do que sentir e conversar, não há melhor forma de validar a felicidade de uma equipa do que circular no meio dela, não há melhor feedback do que um sorriso. Eu sei, eu sei… há apps para saber se as pessoas são felizes, e também há software para ajudar no recrutamento, e pode também colocar um touchscreen para que alguém dê feedback, mas quanto mais isso for usado mais precisará de um abraço, de um sorriso, de ter um sonho, de tocar na pele da pessoa amada e saber que é verdadeira, de projetar visão na sua equipa e sentir o orgulho deles em si. Sem qualquer dúvida, será um grande líder não pelos robôs que tem, mas sim pelo exemplo que dá.

Acredito que o ser humano, através da tecnologia, vai criar máquinas que são expansões de si mesmo e vai expandir as suas capacidades a uma dimensão tal que, talvez, daqui a mil anos, nos fará ser parecidos com deuses, e isso acontecerá quando estivermos em valores e princípios preparados para isso. Antes não acontecerá.

Por: Adelino Cunha, CEO da Solfut, Lda – I HAVE THE POWER

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